Um caminho feliz se faz com persistência e uma alma agradecida!
RESSONÂNCIA MÓRFICA: A TEORIA DO CENTÉSIMO MACACO
Era uma vez duas ilhas habitadas pela mesma espécie de macaco. Depois de várias tentativas e erros, um esperto símio da ilha “A” descobre uma maneira engenhosa de quebrar cocos, para melhor aproveitar a água e a polpa. Por imitação, o procedimento se difunde entre seus companheiros, e logo uma população crítica de 99 macacos domina a nova metodologia. Quando o centésimo símio da ilha “A” aprende a técnica recém-descoberta, os macacos da ilha “B” começam, espontaneamente, a quebrar cocos da mesma maneira. Não houve nenhuma comunicação convencional entre as duas populações: o conhecimento simplesmente se incorporou aos hábitos da espécie.
Esse exemplo fictício ilustra uma das mais ousadas e instigantes idéias científicas da atualidade: a hipótese dos “campos mórficos”, proposta pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake. Segundo o cientista, os campos mórficos são estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material. Átomos, moléculas, cristais, células, tecidos, órgãos, organismos, sociedades, ecossistemas, sistemas planetários, galáxias: cada uma dessas entidades estaria associada a um campo mórfico específico, uma espécie de inteligência ativa, estruturante, que faz com que um sistema seja um sistema, e não um mero ajuntamento de partes.[...]
Ao contrário dos campos físicos, os campos mórficos de Sheldrake não envolvem transmissão de energia. O que se transmite por meio deles é pura informação. É isso que nos mostra o exemplo dos macacos. Nele, o conhecimento adquirido por um conjunto de indivíduos agrega-se ao patrimônio coletivo, provocando um acréscimo de consciência que passa a ser compartilhado por toda a espécie. O processo responsável por essa coletivização da informação foi batizado por Sheldrake com o nome de “ressonância mórfica”. Por esta, as informações se propagam no interior do campo mórfico, alimentando uma espécie de memória coletiva, num processo difuso e não intencional. [...]
Com postulados tão insólitos, não espanta que a hipótese de Sheldrake tenha causado polêmica. Em 1981, seu primeiro livro, A New Science of Life, foi recebido com reações diametralmente opostas: a New Scientist elogiava o trabalho como “importante pesquisa científica”; a Nature o considerava “o melhor candidato à fogueira em muitos anos”. Desta vez seria a ciência oficial jogando a ciência na fogueira, ao enfrentar uma hipótese que tromba com a concepção materialista dominante.
A corrente majoritária da Biologia vangloria-se de reduzir a atividade dos organismos vivos à mera interação físico-química entre moléculas e faz do DNA resposta para todos os mistérios da vida. A realidade, porém, é complexa demais para caber no molde reducionista oficial. Um exemplo é o processo de diferenciação e especialização celular que caracteriza o desenvolvimento embrionário. Como explicar que um aglomerado de células absolutamente iguais, dotadas do mesmo patrimônio genético, dê origem a um organismo complexo, no qual órgãos diferentes e especializados se formam, com precisão milimétrica, no lugar certo e no momento adequado? A Biologia reducionista diz que isso se deve à ativação ou inativação de genes específicos, fato que depende das interações de cada célula com as outras células e o meio ambiente. Segundo Sheldrake, é preciso estar completamente entorpecido por um sistema de crenças para engolir uma “explicação” dessas.
O código genético coordena a síntese das proteínas, determinando a seqüência exata dos aminoácidos na construção das macromoléculas. Mas “a maneira como as proteínas se distribuem dentro das células, as células nos tecidos, os tecidos nos órgãos, e os órgãos nos organismos, não está programada no código genético”, afirma Sheldrake. “Dados os genes corretos, e portanto as proteínas adequadas, supõe-se que o organismo, de alguma maneira, se monte automaticamente. É mais ou menos como enviar, na hora certa, os materiais corretos para um local de construção e esperar que a casa se construa espontaneamente.”
A morfogênese, isto é, a modelagem formal de sistemas biológicos seria ditada por um tipo particular de matriz determinada no campo mórfico, os “campos morfogenéticos”. Se as proteínas correspondem ao material de construção, os “campos morfogenéticos” desempenham um papel semelhante ao da planta do edifício. Ressalve-se apenas que a planta é um conjunto estático de informações; os campos morfogenéticos, ao contrário, estão em permanente interação e se transformam o tempo todo graças ao processo de ressonância mórfica.
Outro fenômeno que desafia a Biologia reducionista e conspira a favor da hipótese dos campos morfogenéticos é o da regeneração de organismos simples, que ocorre em espécies como a dos platelmintos, por exemplo. Se um animal desses for cortado em pedaços, cada parte se transforma num organismo completo, independentemente da forma como o verme é seccionado. O paradigma científico mecanicista, de base cartesiana, capota desastrosamente diante de um caso assim. Descartes concebia os animais como autômatos, e uma máquina perde a integridade e deixa de funcionar sem algumas de suas peças. Um organismo como o platelminto, ao contrário, parece estar associado a uma matriz invisível, que lhe permite regenerar a forma original mesmo que partes importantes sejam removidas.
(Adaptado de: ARANTES, José Tadeu. Disponível em: http://www.inconscientecoletivo.net)
Leia mais:
Texto na íntegra:
http://inconscientecoletivo.net/category/fisica-quantica/
Prova do Vestibular – Faculdade Evangélica do Paraná – Medicina http://www.fepar.edu.br/fepar/images/provas/prova%20medicina%202009.pdf
Entrevista com Sheldrake:
http://www.ilea.ufrgs.br/episteme/portal/pdf/numero22/episteme22_hoffmann.pdf
Livros:
O Renascimento da Natureza: o Reflorescimento da Ciência e de Deus, de Rupert Sheldrake, Ed. Cultrix
Caos, Criatividade e o Retorno do Sagrado: Triálogos nas Fronteiras do Ocidente, de Ralph Abraham, Terence McKenna e Rupert Sheldrake, Ed. Cultrix/Pensamento
A New Science of Life: the Hypothesis of Morphic Resonance, de Rupert Sheldrake. Paperback.
Não, hoje não tenho flores, querida.
Outro dia talvez, um jardim para você.
Hoje trago um coração, o meu:
Ansioso e amigo,
Desesperado e amante
Enamorado do seu.
Nunca passivo
Embora aparente estar
Trago-o explosivo,
Repleto de amor
E ternura, querendo gritar.
A esperança, esta eu carrego em mim
Como o farol que o sábio traz para
Iluminar o próprio pensamento.
Entusiasma-me iluminar de esperança
O seu e o meu coração.
(01/07/94)
Assim como os atletas e, dum modo geral, os que se ocupam da preparação física, não curam exclusivamente da sua boa forma e dos exercícios, mas igualmente do repouso feito a tempo (o qual, aliás, consideram uma parte importantíssima do treino), assim também me convenço de que os intelectuais, após um longo período de leituras sérias, têm toda a vantagem em relaxar o espírito, tornando-o, desse modo, mais forte para o trabalho futuro.
Ora, o próprio repouso poderia até tornar-se-lhes agradável, se porventura se entregassem a um género de leitura que, além de proporcionar um entretenimento simples, como é o que resulta duma temática jocosa e divertida, suscitasse também alguns motivos de reflexão que não desconvém às musas — algo parecido, suponho, com o que porventura sentirão ao lerem esta minha obra. Efectivamente, o que nela os seduzirá reside não apenas na estranheza do tema, ou na minha intenção de divertir, ou no facto de ter inventado mentiras variadas que têm todo o ar de verosimilhança e de verdade, mas igualmente na circunstância de, à laia de paródia, cada passo da narrativa fazer alusão a certos poetas, prosadores e filósofos, que nos deixaram obras fantásticas e cheias de imaginação — autores esses cujos nomes eu explicitaria, se a simples leitura não bastasse para que tu próprio os identificasses.
[A título de exemplo:] Ctésias de Cnido, filho de Ctesioco, escreveu, a respeito da Índia e das suas curiosidades, coisas que nem ele próprio testemunhara, nem ao menos tinha ouvido da boca de pessoa fidedigna. Também Iambulo escreveu muita coisa maravilhosa sobre o grande mar [do sul], com o que fabricou uma mentira que não engana ninguém; mas a história que ele conta nem por isso é menos divertida. E muitos outros deram a sua preferência a temas do mesmo género, escrevendo sobre peregrinações e viagens que pretensamente teriam realizado e contando histórias de animais gigantescos e de povos selvagens com os seus estranhos costumes. Mas quem lhes serviu de guia e mestre neste tipo de charlatanice foi o Ulisses de Homero, o qual, na corte de Alcinoo, contou histórias de ventos aprisionados, de seres com um só olho, de canibais e de povos selvagens, enfim, de animais de muitas cabeças e da metamorfose dos seus companheiros por acção de drogas — tudo patranhas que ele impingiu aos parvos dos Feaces.
Em face de toda esta produção, não verberei por aí além os seus autores, porquanto verificava que tal era então habitual, mesmo entre os que faziam profissão de filósofos. Uma coisa, no entanto, me espantava neles: o facto de cuidarem que as mentiras que escreviam passariam despercebidas.
E foi assim que também eu, por vanglória, resolvi deixar à posteridade qualquer coisa do género, só para não ser o único a não beneficiar da faculdade de contar histórias fantásticas. E já que não tinha nada de verídico para narrar (na realidade, não me tinha sucedido nada digno de registo), virei-me para a mentira, mas uma mentira mais desculpável que a daqueles, porquanto numa coisa serei eu verdadeiro: ao confessar que minto. Desta forma, i. é, declarando que não digo nem uma ponta de verdade, creio ficar absolvido da acusação que porventura me façam. Escrevo, pois, sobre coisas que não testemunhei nem experimentei, e que não soube da boca doutrem; mais ainda: que não existem em absoluto e que, de qualquer forma, não são susceptíveis de ocorrer. Portanto, não deve o leitor dar o mínimo crédito às minhas histórias.
Ora bem: um dia, tendo partido das Colunas de Hércules, apontei ao oceano ocidental, navegando com vento favorável. Causa e objectivo desta viagem: a curiosidade intelectual, o desejo de saber como é o fim do oceano e que espécie de homens habitam do lado de lá.
Das narrativas verdadeiras – Luciano de Samósata
Encontrei uma ótima tradução de Lucia Sano, de 2008.
Leia mais: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8143/tde-19012009-160813/
Absurdo?
Não é não. Olha isso:
Cães servidos em restaurantes de SP eram abatidos a machadadas
http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u651735.shtml
Que tal tomar cuidado com o que se come, onde se come?
Gostei muito da proposta de redação da UP (Universidade Positivo – Curitiba) para o vestibular 2010 que é a seguinte:
Construa um texto argumentativo, entre 15 e 20 linhas, que verse sobre o tema depreendido a partir dos textos a seguir:
“Agenda cheia a da Dani. Uma vez por semana, ela deixa a cama cedo. Faz um desjejum, à base de barras de cereais e biscoitinhos de tomate seco. Escova os dentes, leva umas borrifadas de perfume francês e corre para o banco traseiro do carro, que será conduzido pelo motorista particular à meca do luxo paulistano, o shopping Iguatemi.
Lá, submerge em um banho de hidratação, faz as unhas e chapinha. Não resiste às vitrines e sempre ganha um presente. Semana passada, foi uma gargantilha de cristal com patuá de prata e vidro de murano.
Dani não perde em nada para os viciados nas benesses do consumo. Não fosse pelo detalhe de que não é uma moça, mas uma cadela da raça schnauzer gigante. A cadela é um retrato fiel de mais uma revolução por que passa o mercado pet. (…)”
(Roberto de Oliveira, Folha de São Paulo, 30 set. 2007)
“Centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, concentram uma parcela rica de animais domésticos. Essa elite responde por 4% do mercado nacional. Parece pouco, mas é o setor mais lucrativo.
Nos EUA, esse número sobe para 70%. No Japão, principais importadores, 90%. No Brasil, economia em expansão, aumento de renda e dólar estável são alguns dos fatores que explicam o consumismo no mundo pet.
Mas não é só isso. Antes, o cão era simplesmente um cão, mas “a partir da metade dos anos 90, passou a integrante da família e, atualmente, é encarado como um filho”, afirma José Edson, diretor da Anfal Pet.
Para Elizabeth MacGregor, da WSPA (ONG internacional de defesa dos animais), a mudança de comportamento é paradoxal. O fator positivo, diz, é que o pet deixou de ser objeto útil para determinadas funções, como a caça, para ser tratado como um integrante da família.
“Muitos pets são vistos como objeto de consumo. Os donos não querem um cão com cheiro ou que lata. Preferem um bicho minúsculo que, se possível, nem pareça um animal de verdade.”
Colar e chapinha, sem bom senso humano, podem aniquilar a identidade do animal. Que se torna híbrido, nem humano nem bicho.”
(Roberto de Oliveira, Folha de São Paulo, 30 set. 2007)
Rock da cachorra, Eduardo Dusek (fragmentos)
Troque seu cachorro
Por uma criança pobre
Sem parente, sem carinho
Sem rango, sem cobre
Deixe na história de sua vida
Uma notícia nobre…
Tem muita gente por aí
Que tá querendo levar
Uma vida de cão
Eu conheço um garotinho
Que queria ter nascido
Pastor-alemão
Esse é o rock despedida
Prá minha cachorrinha
Chamada “sua-mãe”…
Seja mais humano
Seja menos canino
Dê guarita pro cachorro
Mas também dê pro menino
Se não um dia desse você
Vai amanhecer latindo
Uau! Uau! Uau!…
Pra quem não conhece a música, aí está:
Na contramão… rsrs
E a foto (a pedidos) da minha cachorra. Tratada exatamente tal como ela é. Com comida, passeios e sem excessos.

Pode dizer que ela é feia. Não ligo. É amada!
Muitos autores defendem o trabalho com textos na escola a partir da abordagem do Gênero Textual e da Tipologia Textual.
Cada tipo de texto é apropriado para um tipo de interação específica. Deixar o aluno restrito a apenas alguns tipos de texto é fazer com que ele só tenha recursos para atuar comunicativamente em alguns casos, tornando-se incapaz, ou pouco capaz, em outros.
Luiz Antônio Marcuschi afirma que em todos os gêneros os tipos se realizam, ocorrendo, muitas vezes, o mesmo gênero sendo realizado em dois ou mais tipos. Ele chama essa miscelânea de tipos presentes em um gênero de heterogeneidade tipológica.
O primeiro trabalho que recebi para o desafio que foi proposto aos alunos é de autoria de Marco Aurélio Svitalski, aluno do 1º ano do Ensino Médio.
Achei lindo!
Obrigada, Marco Aurélio.
Confiram o blog do autor em: www.marconopapo.wordpress.com
A trilha sonora é de Ademir Plá.
Foto de Diogo Saito Takeuchi
VAMOS AO VÍDEO:
Leia mais… http://billbandalha.multiply.com/journal/item/226
http://www.slideshare.net/luciane239/generos-textuais-presentation
MARCUSCHI, L. A. “Gêneros textos: definição e funcionalidade” In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (orgs.) Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna.

“O Colégio Estadual Julio Symanski, em Araucária, tem possibilitado que os 2,4 mil alunos recebam informações e notícias de maneira diferente. Há um ano foi montado um estúdio de TV na escola. Os recados da direção e os debates dos candidatos ao grêmio estudantil são produzidos no estúdio e transmitidos ao mesmo tempo nas TVs multimídia das 23 salas de aula.
(…)
O funcionário da escola Luiz Antonio Biscaia concilia o trabalho de rotina com a função de locutor e apresentador da TV. Segundo ele, os alunos começaram a interagir melhor na busca de melhorias para a escola. “Os debates dos alunos que concorrem ao grêmio são aguardados com euforia”, destaca.Os candidatos ao grêmio estudantil já participaram de três debates ao vivo. As 60 turmas puderam acompanhar as propostas das quatro chapas que disputam a eleição. Para que os alunos surdos acompanhem os debates, uma intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), traduz em sinais o que está sendo discutido.”
Parabenizo os candidatos ao grêmio estudantil pelo debate e a todos os alunos, pois a discussão logo após nos conduziu a uma importante reflexão sobre o que é cidadania.
Leia mais… http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/
Depois de alguma procura, encontrei um texto muito interessante que pode beneficiar mais de 2.300 pessoas diretamente de acordo com dados da COPEL, pois há no Paraná 2.309 unidades consumidoras cadastradas com equipamentos de sobrevida, que deveriam ser atendidas por esta legislação.
Os gastos deste grupo com energia elétrica são de R$ 164.992,57, incluindo os impostos.
Quais são os equipamentos considerados de sobrevida?
São considerados equipamentos de sobrevida:
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Respiradores ou ventilador pulmonar;
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Aspiradores de secreções;
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Equipamentos de Diálise Peritoneal Automática, que podem ser encontrados nas seguintes modalidades: Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua (CAPD), Diálise Peritoneal Noturna (NIPD) e Diálise Peritoneal Contínua por Cicladora (CCPD);
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Aparelho de Quimioterapia;
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Concentrador de Oxigênio;
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Bomba de infusão;
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Oxímetro;
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CPAP e BIPAP;
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Situações especiais com base na avaliação médica.
LEI Nº 14087 – 11/09/2003
Publicado no Diário Oficial Nº 6561 de 12/09/2003
A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei:
Programa “LUZ FRATERNA”
Art. 1º. Fica o Poder Executivo autorizado a efetuar o pagamento do consumo de energia elétrica e dos encargos decorrentes desse serviço dos consumidores beneficiários de algum dos Programas Sociais do Governo Federal relacionados no art. 2º desta lei, ou cadastrados no Programa Social da COPEL, cujos imóveis sejam utilizados exclusivamente para fins residenciais da área urbana e rural e cujo consumo de energia no mês não ultrapasse 100 (cem) kWh (kilowatts-hora).
Parágrafo único. Ficam excluídas do benefício as unidades consumidoras que:
I – apresentarem sazonalidade de consumo;
II – não estiverem ocupadas;
III – não se caracterizarem como residência permanente, tais como sem consumo e de veranistas.
Art. 2º. Para beneficiar-se do Programa “Luz Fraterna” o consumidor deverá atender, cumulativamente, as seguintes condições:
a) Classe residencial:
I – ser da subclasse residencial baixa renda com atendimento monofásico, conforme a Lei Federal nº 10.438, de 26.04.2002, regulamentada pelas Resoluções ANEEL nºs 246, de 30.04.2002 e 485, de 29.08.2002;
II – estar o titular da unidade consumidora cadastrado no Programa Social da COPEL, ou beneficiário de algum dos Programas Sociais do Governo Federal, tais como Bolsa Escola, Bolsa Alimentação e Vale Gás;
III – ter consumo até 100 kWh/mês;
IV – não possuir mais de uma conta cadastrada em seu nome;
b) Classe rural:
I – ser monofásico ou bifásico com disjuntor até 50 amperes;
II – ter consumo mensal até 100 kWh/mês;
III – não possuir mais de uma conta cadastrada em seu nome.
c) Classe de consumidores residenciais dependentes de sobrevida:
I – a unidade consumidora deverá estar classificada como residencial;
II – o dependente do equipamento de sobrevida deverá ser o próprio titular da unidade consumidora ou qualquer pessoa que comprove depender economicamente deste;
III – a dependência de uso de equipamento de sobrevida deverá ser comprovada através de declaração oficial das Secretarias de Saúde ou de outro órgão competente no município, em que conste o nome do médico-perito, número do CRM, o CID e a descrição dos equipamentos necessários;
VI – ter consumo de até 400 (quatrocentos) kwh/mês além do consumo pelo uso dos equipamentos de sobrevida.
Parágrafo único. Os benefícios da alínea “c” destinam-se, exclusivamente, à unidade consumidora em que o dependente do equipamento reside.”
LEI Nº 15922 – 12/08/2008 – acresce a alínea “c”
Publicado no Diário Oficial Nº 7783 de 12/08/2008
Art. 3º. O ressarcimento às concessionárias, autorizadas e permissionárias de energia elétrica situadas no Estado do Paraná dos valores correspondentes ao benefício referido no art. 1º, será efetuado mediante dotação no orçamento geral do Estado.
Art. 4º. Esta Lei entrará em vigor em 30 (trinta) dias após a data de sua publicação, ficando revogadas a Lei nº 11.897, de 01.12.97 e demais disposições em contrário.
PALÁCIO DO GOVERNO EM CURITIBA, em 11 de setembro de 2003.
Roberto Requião
Governador do Estado
Caíto Quintana
Chefe da Casa Civil
Leia mais na fonte: http://www.copel.com/hpcopel/root/nivel2.jsp?endereco=%2Fhpcopel%2Froot%2Fpagcopel2.nsf%2Fdocs%2F75FF0B19D8E1EEB4032575B0004DC6A4
http://www.saude.caop.mp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=233
Descobrir como o acervo de uma biblioteca escolar pode contribuir para a formação leitores não é tarefa fácil. No entanto, ela é uma reflexão necessária para implantar e transformar as práticas de leituras na escola, pois se faz necessária a criação de condições concretas de leitura e a trajetória escolar é privilegiada com situações para que elas sejam criadas.
É recorrente a discussão da importância da leitura de livros, e digo leitura de livros e não de outros suportes – talvez pela falta de reconhecimento de que a leitura se processa nos mais diversos suportes, ou pela tradição dos livros que perdura séculos – nos corredores da escola, nos intervalos, nas reuniões pedagógicas, de toda instituição preocupada com uma formação integral de seus alunos.
Pais, pedagogos, coordenadores, professores e a sociedade em geral discutem a crise da leitura. E essa crise, conforme prevê Silva (1996, p. 12) se dá pela falta de criação de condições de leituras. E
“(…) A tão-propalada “crise da leitura” não é uma doença destas últimas décadas e nem deste século: ela vem sendo reproduzida desde o período colonial, juntamente com a reprodução do analfabetismo, com a falta de bibliotecas e com a inexistência de políticas concretas para a popularização do livro.”
A leitura é instrumento que possibilita a descoberta e ampliação das representações do mundo e através de práticas de leitura o homem pode se conscientizar de sua condição social, cultural e histórica para uma “superação do status quo individual ou coletivo através do exercício da crítica dos fatos, das representações tidas como verdadeiras.” (SILVA, 1996, p. 19)
Além disso, pela leitura se dá a construção do imaginário. Os componentes do imaginário, que são tecidos com fios, invisíveis ou não, advindos do simbólico, estabelecem uma relação com o que podemos chamar de mundo real, e como tal é complementar e dialógica, e a instituição de um imaginário pode estar investida de mais “realidade” do que o próprio real.
Referências
NÓBREGA, Nanci Gonçalves. Tapete Mágico. Leituras compartilhadas. Ano 03. fascículo 09.
___. Acervo, Memória, Reserva Simbólica. Saberes. Curitiba. 2006.
SILVA, Ezequiel Theodoro da. A produção da leitura na escola. Pesquisas x Propostas. Ática, São Paulo, 2000.
___. Leitura na escola e na biblioteca. 4. Ed. Campinas, Ed. Papirus, 1996.
Ela é bela
A Natureza toda formosa
como sempre glamurosa
Entre as 4 estações
você é que marca os corações.
Sempre colorida e bela
eu me admiro
com sua beleza pela minha janela
observando a perfeição da natureza.
Você chega alegrando
as flores dos bosques e campos
todos saem para te prestigiar
você colore o quintal do nosso lar
Primavera, verão, outono e inveno
você é o que eu mais espero!
Gabriela e Aline 1ºk
A primavera chegou e nos contagiou
Sua luz nos traz alegria
seu teor trouxe amor
as árvores assombram nosso viver
aflora nossas vidas com prazer
a mágoa nos faz esquecer
e o ódio para nunca mais voltar
lindo dia, lindas flores num campo sem dores
a primavera traz um lindo luar
E o céu faz brilhar
Enfim quando ela chega
A primavera me aconchega
Henrique Jr., Nilson, Rodrigo 1º J
As flores lá fora no jardim
alegram meu dia assim
O sol que irradia
Ilumina meu dia-a-dia
Se eu faço um desejo
Peço logo um beijo
Olho na janela e vejo um pássaro voando
Paro e penso: Eu estou amando
A chuva quando cai no telhado
Deixa o jardim todo enxarcado
Quando vem a escuridão
Acelera o coração
Quando saiu na janela
Vejo logo a primavera.
Ana Caroline, Emily e Kaoana 1ºK
Primavera, primavera
Quando eu abro a janela
Me encanto com a sua beleza tão bela
Primavera, primavera
Quando te vejo sinto a emoção
De que logo vem o verão
Primavera, primavera
As suas flores coloridas
Encantam as nossas vidas
Primavera, primavera
Quando estou junto a ti, quero que não tenha fim
Pois a sua beleza se iguala a mim
Primavera, primavera
Somente esse poema para expressar algo assim
Autores, por favor, identifiquem-se!
A Primavera
A primavera é tão bela
que parece uma pintura de aquarela
com suas flores de todas as cores
trazendo vida as pessoas sofridas
A estação mais bela do ano
transforma nossa vida
em um verdadeiro arco-íris
sendo vista além do horizonte
do vasto oceano
Vivendo essa sintonia de muita alegria
esperando sempre sua próxima vinda.
Amanda Lissa e Rafaela Rios 1ºJ
Em um dia Bonito,
Pássaros voam no ar,
O entusiasmo que contagia,
Fazendo a flor desabrochar
Ah se todo ano fosse assim,
A primavera em meu jardim
Invadindo minha vida,
Com sua essência colorida
Mais por fim tudo acaba,
Dando a vez a outra estação,
Com essa tristeza sem sentido,
Resnasce um novo verão
Carlos, Alexandre, Vinicius 1ºK
A estação das flores
Deixa a cidade mais bela
As pessoas adoram
E também ficam belas.
Com a beleza, vem o amor
Com o amor, vem o carinho
Com o carinho, tem flores
E justo na estação das cores.
A primavera é tão linda
As flores maravilhosas
Não tem gíria de mano
Mas também, é da hora.
Mostra a cara vacilão
Que a gente quer saber
A sua opinião
E o que você tem pra dizer.
Lucas Henrique(Beiço)1ºk
Nota explicativa: Esta composição foi feita após uma sequência de comentários, incentivados por um anônimo, o qual ganhou a alcunha de “Vacilão”, pois criticou a gíria utilizada no primeiro poema da série “Primavera”.
Muitas flores, mil amores,
Sol e céu azul.
É a estação das flores
e do urubu.
Olhe para o mar,
os golfinhos estão a saltar.
Sol em Curitiba?
Anima o atletiba
Tudo fica alegre e feliz,
porque o inverno já passou.
Liguem o chafariz,
Primavera começou!
Não vá para Matinhos,
pegue outros caminhos
Vá para os Estados Unidos,
porém deixem os maridos…
MARCO AURÉLIO E ERICK PILARSKI 1ºJ
Soneto: Bela Primavera..


