o BloG dA pRofA











{Agosto 25, 2011}   LeMinsKi aNo

Aqui tou eu pra te proteger dos perigos da noite, do dia

Sou fogo, sou terra, sou água, sou gente, 

eu também sou filha de Santa Maria

Desencontrários (Paulo Leminski)

   Mandei a palavra rimar,
ela não me obedeceu.
   Falou em mar, em céu, em rosa,
em grego, em silêncio, em prosa.
   Parecia fora de si,
a sílaba silenciosa.

   Mandei a frase sonhar,
e ela foi num labirinto.
   Fazer poesia, eu sinto, apenas isso.
Dar ordens a um exército,
   para conquistar um império extinto.

Dia 24/08 (quarta-feira), o escritor curitibano Paulo Leminski completaria 67 anos. Para comemorar a data, a Biblioteca Pública do Paraná (BPP) e o Museu da Imagem e do Som (MIS-PR) abrem a exposição “Clics em Curitiba”, com 24 painéis de fotos de Jack Pires associadas a poemas de Leminski, considerado um dos escritores brasileiros mais importantes da segunda metade do século 20.

As imagens e os textos foram originalmente publicados no livro “Quarenta Clics em Curitiba”, lançado pela dupla em 1976. A abertura da mostra é às 19h, em seguida, às 19h30, será exibido no Auditório Paul Garfunkel o documentário “Ervilha da fantasia – uma ópera Paulo Leminskiana”, do cineasta Werner Schumann

A programação ainda conta com a leitura dramática do texto “O dia em que morreu Leminski”, escrito pelo jornalista e dramaturgo Rogério Viana, também no auditório, às 17h30. A leitura é dirigida por Léo Moita e tem participação dos atores Felipe Custódio, Val Salles e Naiara Bastos.

Jack Pires foi um fotógrafo paulista radicado durante muitos anos em Curitiba, onde desenvolveu diversas atividades na Fundação Cultural de Curitiba e trabalhou em importantes estúdios fotográficos. Realizou, nos anos 1970 e 1980, valiosos registros do cotidiano da capital paranaense, num estilo que foi comparado ao de Henri Cartier-Bresson. Em 1976 convidou Leminski para associar seus poemas a diversos flagrantes registradas nas praças e ruas da cidade. O resultado é um livro de grande valor artístico e documental. [imprensa@seec.pr.gov.br]

Serviço:

Clics de Curitiba

Exposição de fotos do livro “Quarenta Clics em Curitiba”

A partir de 24 de agosto, às 19h

Visitação até 24 de setembro – Hall de entrada

Biblioteca Pública do Paraná – Rua Cândido Lopes, 133, Centro, Curitiba.

Entrada franca

Mais informações: (41) 3221-4917

Veja mais: http://www.youtube.com/watch?v=MHkya98tKgs

Leia mais: 

http://pauloleminskipoemas.blogspot.com/

http://www.releituras.com/pleminski_menu.asp

http://www.kakinet.com/caqui/leminski.htm



{Agosto 4, 2011}   Eu quero ser feliz agora…

Se alguém disser pra você não cantar

Deixar seu sonho ali pro um outra hora

Que a segurança exige medo
Que quem tem medo Deus adora

Se alguém disser pra você não dançar
Que nessa festa você tá de fora
Que você volte pro rebanho.
Não acredite, grite, sem demora…

Eu quero ser feliz Agora 

Se alguém vier com papo perigoso de dizer que é preciso paciência pra viver
Que andando ali quieto
Comportado, limitado
Só coitado, você não vai se perder
Que manso imitando uma boiada, você vai boca fechada pro curral sem merecer
Que Deus só manda ajuda a quem se ferra, e quando o guarda-chuva emperra certamente vai chover,
Se joga na primeira ousadia, que tá pra nascer o dia do futuro que te adora.
E bota o microfone na lapela, olha pra vida e diz pra ela…

Eu quero ser feliz agora 

 



{Agosto 1, 2011}   Amores-imperfeitos?

Perfeito!

Virá com os passos mudos de uma reticência? …

 Cores, colagens, sons, emoção!



{Julho 30, 2011}   Grades Para Inocentes
Queria ser como pássaro
Voar, sem me preocupar
Voar e sentir o doce toque do ar
Queria apenas voar.

Logo, sou um pássaro
Pois aprendi a cantar
Aprendi a encantar
Mas logo não sei voar.

Minha beleza cobiçaram
Em grades me pregaram
Minhas asas atrofiaram.

Hoje sei o que é tristeza
Antes tinha leveza
Por favor devolvam minha pureza
Cobiçadores de riquezas.

                          Gabriel Moreira


{Julho 23, 2011}   O Rio e o Tempo

O Rio

A Cecília

O rio é uma língua bífida

que lambe não só a fimbria

das gargantas que a constringem,

mas também, porque lasciva,

suas mais profundas vísceras.

Lambe até o lodo e o limo

das frinchas onde se enfia

na terra que, concubina,

abre a úmida vagina

ao seu lúbrico apetite.

Na infância não vi o rio,

mas só praias e penínsulas,

lagoas e alvas restingas,

onde o sol e a maresia

inundavam-me as narinas.

Só depois, lá pelos quinze,

é que vi rugir o rio,

com suas súbitas iras,

seus pêlos em desalinho,

seu caráter ínvio e ríspido.

Era o sensual Paraíba,

com águas cor de ouro antigo

e bois nas margens furtivas

que devagar se moviam

quando as cheias as tangiam,

empurrando à superfície

toda sorte de iguarias:

almas penadas, espíritos

malignos, ermas pupilas

de afogados e facínoras,

a lembrança da menina 

que sorria entre os caniços,

abrindo-me as coxas lívidas

que ardiam como dois círios

à escura soleira do hímen.

Ó rios de minha vida:

os que cruzei sem ter visto

e os que fluem, com mais tinta,

no pélago das retinas

de quem agora os recria!

(…)

Ivan Junqueira

PANORAMA ALÉM

Não sei que tempo faz, nem se é noite ou se é dia.
Não sinto onde é que estou, nem se estou. Não sei de nada.
Nem de ódio, nem amor. Tédio? Melancolia.
-Existência parada. Existência acabada.

Nem se pode saber do que outrora existia.
A cegueira no olhar. Toda a noite calada
no ouvido. Presa a voz. Gesto vão. Boca fria.
A alma, um deserto branco: -o luar triste na geada…

Silêncio. Eternidade. Infinito. Segredo.
Onde, as almas irmãs? Onde, Deus? Que degredo!
Ninguém…. O ermo atrás do ermo: – é a paisagem daqui.

Tudo opaco… E sem luz… E sem treva… O ar absorto…
Tudo em paz… Tudo só… Tudo irreal… Tudo morto…
Por que foi que eu morri? Quando foi que eu morri?

Cecília Meireles



{Julho 17, 2011}   De manhã

Marina Colassanti

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

Continua…

Saiba mais: http://www.releituras.com/mcolasanti_eusei.asp

Leia mais: http://elisreginapimentinha.zip.net/



Monumento à Alfonsina Storni em frente a praia La Perla em Mar del Plata

Voy a dormir
Alfonsina Storni

Dientes de flores, cofia de rocío,
manos de hierbas, tú, nodriza fina,
tenme prestas las sábanas terrosas
y el edredón de musgos escardados.

Voy a dormir, nodriza mía, acuéstame.
Ponme una lámpara a la cabecera;
una constelación; la que te guste;
todas son buenas; bájala un poquito.

Déjame sola: oyes romper los brotes…
te acuna un pie celeste desde arriba
y un pájaro te traza unos compases

para que olvides… Gracias. Ah, un encargo:
si él llama nuevamente por teléfono
le dices que no insista, que he salido…

 

(Tradução de Héctor Zanetti)


Dentes de flores, touca de sereno,
Mãos de ervas, tu, ama-de-leite fina,
Deixa-me prontos os lençóis terrosos
E o edredom de musgos escardeados.

Vou dormir, ama-de-leite minha, deita-me.
Põe-me uma lâmpada à cabeceira;
Uma constelação; a que te agrade;
Todas são boas: a abaixa um pouquinho

Deixa-me sozinha: ouves romper os brotos…
Te embala um pé celeste desde acima
E um pássaro te traça uns compassos

Para que esqueças… obrigado. Ah, um encargo:
Se ele chama novamente por telefone
Diz-lhe que não insista, que saí…

*Poema escrito por Alfonsina Storni momentos antes de seu suicídio em outubro de 1938. Nasceu na Suiça, mas viveu na Argentina. Começou a trabalhar cedo, em diversas atividades: foi balconista, caixa, atriz e professora, pois precisava sustentar a si e a seu único filho. Teve 8 livros publicados e um câncer de mama. Seu corpo foi encontrado na praia La Perla, onde há um monumento em sua homenagem. 

 

Leia mais:

http://www.mercedessosa.com.ar/marcosmaster.htm

http://veluca13.wordpress.com/2009/10/03/mercedes-sosa/

http://es.wikipedia.org/wiki/Alfonsina_Storni

http://blogs.utopia.org.br/poesialatina/a-caricia-perdida-alfonsina-storni/

http://sopadepoesia.blogspot.com/2010/08/vozes-femininas-da-poesia-na-america-do.html



{Julho 12, 2011}   Re_fazendA

Leia mais:

http://www.jb.com.br/heloisa-tolipan/noticias/2011/07/12/discografia-de-gilberto-gil-pela-internet/

Eu ri: http://analisedeletras.com.br/gilberto-gil/refazenda/



{Junho 30, 2011}   Eu vou torcer, eu vou!!!

Para que a caminhada de cada uma e cada um que passou pelas minhas aulas neste semestre seja de inteiro sucesso! Foi uma honra ter estado com vocês.

Um recesso de paz a todas e todos!/

Para aqueles e aquelas que ainda não terminaram… rs

Até Julho… ;D

Será que ela leu “O Menino do Dedo Verde”, Maurice Druon?

Mais?: http://lercomereamar.blogspot.com/2010/07/o-menino-do-dedo-verde.html



{Abril 16, 2011}   Formato mínimo…

Achei o máximo…

Construção

Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido

Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embotados de cimento e lágrima

Sentou pra descansar como se fosse sábado

Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe

Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhou como se ouvisse música

E tropeçou no céu como se fosse um bêbado

E flutuou no ar como se fosse um pássaro

E se acabou no chão feito um pacote flácido

Agonizou no meio do passeio público

Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último

Beijou sua mulher como se fosse a única

E cada filho seu como se fosse o pródigo

E atravessou a rua com seu passo bêbado

Subiu a construção como se fosse sólido

Ergueu no patamar quatro paredes mágicas

Tijolo com tijolo num desenho lógico

Seus olhos embotados de cimento e tráfego

Sentou pra descansar como se fosse um príncipe

Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo

Bebeu e soluçou como se fosse máquina

Dançou e gargalhou como se fosse o próximo

E tropeçou no céu como se ouvisse música

E flutuou no ar como se fosse sábado

E se acabou no chão feito um pacote tímido

Agonizou no meio do passeio náufrago

Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina

Beijou sua mulher como se fosse lógico

Ergueu no patamar quatro paredes flácidas

Sentou pra descansar como se fosse um pássaro

E flutuou no ar como se fosse um príncipe

E se acabou no chão feito um pacote bêbado

Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado

Chico Buarque



{Novembro 13, 2010}   Memória Escrita 33

Ao meu redor, giram letras, palavras, músicas e poemas. Não sei em que momento de minha curta vida comecei a ouvir cada palavra e a entender cada música. Apenas sei que foi a partir desse momento que minha vida mudou.

Eu queria ler tudo o que via pela frente, desde livros a placas de carro, afinal eu tinha descoberto um mundo novo. Eu ainda lembro das broncas que eu levava quando lia durante as viagens, minha mãe dizia que eu ia passar mal, mas depois de um tempo ela desistiu de me contrariar.

Minhas recordações nunca vão mudar, mesmo as palavras mudando, minha vida ao lado das palavras continuará, mesmo sabendo que elas não ligam para quem está lendo.

 



{Junho 28, 2010}   Um presente…

Adoro presentes inesperados

Quando vejo, está lá, todo alegre

Colorindo a noite, nos fazendo pensar um pouco mais

E melhor ainda, presentes que podemos compartilhar

Emocionam.


Obrigada, Li.



{Novembro 26, 2009}   Um contador de histórias!

Hoje reencontrei um amigo, contador de histórias (e algumas foram editadas num livro chamado Caixa de Ferramentas – Manual indispensável para o bom desempenho nos recursos humanos), e como foi bom conversar novamente com alguém que contribuiu tanto para a minha persistência.

Ele me deu a seguinte história pra ler:

O fruto da persistência

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, disseram-lhe que seu produto não atendia ao padrão de qualidade exigido. O homem desiste?

Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o chamavam de “visionário”. O homem desanima? Não!

Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele.

Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d’água e o homem desiste? Não!

Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entra em pânico e desiste? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas “bicicletas motorizadas”.

A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a ideia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.

Encurtando a história: Hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.

Se você, como infelizmente tem acontecido com muitas pessoas, adquiriu o hábito de viver reclamando e lamentando, experimente seguir sempre em frente, na busca dos seus objetivos sempre!

Obrigada, Chain, mais uma vez, por essa história (e muitas outras, e só quem passou por esse caminho sabe do que estou falando)!

Um caminho feliz se faz com persistência e uma alma agradecida! 🙂

Leia mais: (e não demora que o livro está acabando, rsrs)

Caixa de Ferramentas/Legrand. Belo Horizonte: Editora e Livraria do Chain, 2010.

Livraria do Chain

Rua General Carneiro, 441 (em frente à Reitoria)
Alto da Glória
(41) 3264-3484
De segunda a sexta das 8h às 19h30. Sábado das 8h às 18h.

A Livraria do Chain oferece livros nas categorias como administração e negócios, artes, auto-ajuda, beleza, lazer, hábitos sociais, bíblia, biografias, ciências biológicas e agrárias, ciências da saúde, ciências exatas e da terra, ciências sociais, direito, economia e contabilidade, educação, engenharia e arquitetura, esoterismo, esportes e educação física, filosofia, gastronomia, história, história em quadrinhos, informática, lingüística e dicionários, literatura, literatura infanto-juvenil, medicina integral, psicologia, religiões e doutrinas, RPG e guias de viagens. Com um atendimento todo especial!



Muitos autores defendem o trabalho com textos na escola a partir da abordagem do Gênero Textual e da Tipologia Textual.

Cada tipo de texto é apropriado para um tipo de interação específica. Deixar o aluno restrito a apenas alguns tipos de texto é fazer com que ele só tenha recursos para atuar comunicativamente em alguns casos, tornando-se incapaz, ou pouco capaz, em outros.

Luiz Antônio Marcuschi afirma que em todos os gêneros os tipos se realizam, ocorrendo, muitas vezes, o mesmo gênero sendo realizado em dois ou mais tipos. Ele chama essa miscelânea de tipos presentes em um gênero de heterogeneidade tipológica.

O primeiro trabalho que recebi para o desafio que foi proposto aos alunos é de autoria de Marco Aurélio Svitalski, aluno do 1º ano do Ensino Médio.

Achei lindo!

Obrigada, Marco Aurélio.

Confiram o blog do autor em: www.marconopapo.wordpress.com

A trilha sonora é de Ademir Plá.

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Foto de Diogo Saito Takeuchi

 

VAMOS AO VÍDEO:

 

Leia mais… http://billbandalha.multiply.com/journal/item/226

http://www.slideshare.net/luciane239/generos-textuais-presentation

MARCUSCHI, L. A. “Gêneros textos: definição e funcionalidade” In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (orgs.) Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna.



{Outubro 21, 2009}   Primavera!

floresAs flores lá fora no jardim

alegram meu dia assim

O sol que irradia

Ilumina meu dia-a-dia

Se eu faço um desejo

Peço logo um beijo

Olho na janela e vejo um pássaro voando

Paro e penso: Eu estou amando

A chuva quando cai no telhado

Deixa o jardim todo enxarcado 

Quando vem a escuridão

Acelera o coração

Quando saiu na janela

Vejo logo a primavera.

 

Ana Caroline, Emily e Kaoana 1ºK



{Outubro 20, 2009}   Primavera.

arco_iris_1A Primavera

 

A primavera é tão bela

que parece uma pintura de aquarela

com suas flores de todas as cores

trazendo vida as pessoas sofridas

A estação mais bela do ano

transforma nossa vida

em um verdadeiro arco-íris

sendo vista além do horizonte

do vasto oceano

Vivendo essa sintonia de muita alegria

esperando sempre sua próxima vinda.

Amanda Lissa e Rafaela Rios 1ºJ



{Outubro 20, 2009}   Primavera…

flores_-5049Em um dia Bonito,

Pássaros voam no ar,

O entusiasmo que contagia,

Fazendo a flor desabrochar

 

Ah se todo ano fosse assim,

A primavera em meu jardim

Invadindo minha vida,

Com sua essência colorida

 

Mais por fim tudo acaba,

Dando a vez a outra estação,

Com essa tristeza sem sentido,

Resnasce um novo verão

Carlos, Alexandre, Vinicius 1ºK



{Outubro 20, 2009}   Primavera!

flores-5056Soneto: Bela Primavera..

 

És bela oh! grande primavera

Que situa em cada um, uma flor

E também um verdadeiro amor

Mas agora inicia uma nova era

 

A cada ano uma nova aloevera

A cada ano uma nova flor

E também uma grande dor

Pois o homem acaba contigo, primavera

 

A nova década se inicia

No frio ou no calor

Uma primavera esvaidecida

 

De três em três se conta o ano

Pois é bela, ó flor, que nasce

A cada primavera depois do outono

 

ATILIO , GIOVANI E JOÃO 1ºK



{Outubro 18, 2009}   Primavera!

tronoDepois do outono, vem a primavera

chegando de mansinho, linda e bela

encantando a tia Vera

brotando flores vermelhas e amarelas

 

Hoje e sempre a brotar

flores lindas para nos alegrar

nunca nos deixando baquear

com os problemas que iremos enfrentar

 

Quando a primavera está a acabar

esperamos até o ano seguinte

para voltarmos a nos alegrar

no ano de dois mil e vinte

 

Esperamos ansiosos sentados no trono,

depois do outono.

 

Eduardo e Luis 1º J



{Outubro 17, 2009}   Primavera!

6409floresHoje estou aqui
Amanha estou lá
É a primavera que faz meu mundo girar

As flores esbeltas
Nesse mundo pra encantar
Conheci vários amores
Que me fez delirar

Já não sei mais se é a primavera
Que me faz amar
Só sei que a vida é bela
Ao som do cantar

Hoje posso sentir
O que nunca senti lá
Foi a primavera
Que fez meu mundo mudar

Frederico e Lucas G.1ºK



{Outubro 16, 2009}   Primavera!

flor_azulPrimavera existe coisa mais bela ?

Flores encantando os jardins

Como as pétalas do jasmim.

Várias cores que nos lembram sabores

e antigos amores

Amores aqueles que me lembram das dores

que um dia eu senti por amar

O Céu e o mar me lembram de sonhar

e com eles eu quero estar

quando de você lembrar

Cores, amores , sabores

Eu sou posso encontrar

quando o tempo da primavera

De novo chegar.

Rafaella Haro e Thais 1º J



{Outubro 16, 2009}   Primavera!

girassolCeuPrimavera maravilhosa
Primavera cor de rosa
O céu é tão lindo
e o azul tão infinito
Um jardim de girassol
refletem as luzes do sol
O amor cresce nesse tempo
Sem hora pra acabar
As cores são de um jeito
onde ninguém sabe se vai passar.
E pra finalizar eu vou te dizer
espero que com uma flor
eu te conquiste pra valer.

Debora e Maryana 1ºJ



{Outubro 14, 2009}   Primavera!

RosaRosa

 

As flores invadem os jardins

Com muitas rosas e jasmins

Vejo nas suas muitas cores,

A alegria de meus amores

Ah! Linda primavera

Que me encanta, me desperta,

Deixando para trás toda a tristeza

Desfrutando da primavera, sua beleza

Vivendo a alegria eterna Dessa estação

Festejando a volta Dessa grande emoção

Sorrisos brotam de felicidade,

Assim como as flores em todas as partes!

Jéssica e Jaqueline 1º J



{Outubro 14, 2009}   Primavera!

 

  FLORES~1

Setembro mês da primavera,
primavera que todo mundo espera,

Bonita com tantas flores que
inspiram vários amores.

Amores que duram mais que a primavera
ultrapassam uma era

Com a primavera, a natureza
mostra sua beleza.

Pássaros voando e cantando
flores dasabroxando.

O sol Brilhando e embelezando
nossa linda cidade que nós tanto amamos.

Ana Flávia e Camila 1 º K



{Outubro 10, 2009}   Primavera!!!

borb“As flores são bonitas
em qualquer lugar do mundo
muita gente tem forma
mas não tem
conteúdo.

Primavera é a estação da flor
Depois dela vem a do calor.

A primavera é dahora,
e minhas rima apavora.

As flores caem no outono
e a primavera me dá sono.

Vou mandar um papo reto
pros parceiro e pros irmão
a primavera apavora
e é só disposição.”

Maian e Kelvin 1ºK



et cetera